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Freeport: Ministério Público quer informações de off-shores

15/03/2010

Em causa o licenciamento do outlet em Alcochete

O desfecho do inquérito das “autoridades portuguesas em território português” ao caso Freeport, anunciado repetidas vezes pela directora do DCIAP como “praticamente concluído” está agora comprometido pela resposta a quatro cartas rogatórias enviadas pelo Ministério Público às autoridades de paraísos fiscais por onde terá passado o dinheiro utilizado pelos responsáveis do complexo outlet de Alcochete para pagar alegadas “luvas” no licenciamento do projecto.
Depois de varias estimativas e promessas falhadas, a directora do DCIAP, Cândida Almeida, prometeu em Fevereiro ultimo que o inquérito estaria terminado antes de Abril, o que não vai acontecer.
Sem garantia de obter as informações desejadas e dada a impossibilidade em determinar o atraso da resposta – que em alguns casos chega a ser de vários meses ou mesmo de um ano – o Ministério Público pretende agora avançar com a acusação aos arguidos contra quem já reuniu provas suficientes.
Segundo fonte do Ministério Público, os dois magistrados titulares do processo, Vítor Magalhães e Paes de Faria, podem extrair certidões das matérias ainda por esclarecer e avançar com um inquérito autónomo.

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