Skip to content

McCann vs Amaral: Decisão é hoje conhecida

18/02/2010

Desta vez Kate e Gerry ficaram em Inglaterra

Español

No Tribunal Cível de Lisboa é conhecida hoje a decisão da juíza Maria Gabriela Cunha Rodrigues – filha do ex-procurador-geral da República Cunha Rodrigues – no julgamento da providência cautelar de proibição de venda do livro “Maddie – A Verdade da Mentira” da autoria do ex-coordenador da Polícia Judiciária, Gonçalo Amaral. Hoje devem ser lidos os quesitos finais e conhecida a decisão.
Os pais de Madeleine, Kate e Gerry McCann, que acompanharam em Lisboa os quatro dias de audiência, não vão estar em Portugal para conhecer aquela decisão mas já anunciaram que vão reagir ainda durante o dia de hoje através de um comunicado e que vão organizar amanhã, em Inglaterra, uma conferência de imprensa.
Fonte próxima do casal disse ao 24horas que “os McCann reconhecem que o processo não decorreu da maneira que esperavam” mas que Kate e Gerry “têm esperanças de que seja mantida a proibição do livro e do documentário vídeo” do ex-coordenador da Policia Judiciaria.
Durante o julgamento, António Cabrita, o advogado de Gonçalo Amaral, apresentou o testemunho de diversos inspectores e responsáveis da PJ que confirmaram a tese defendida pelo ex-coordenador que dirigiu as investigações ao desaparecimento de Maddie. Na última sessão do tribunal, a defesa de Amaral revelou a existência de um relatório “extremamente confidencial” da “National Policy Investigation Agency”, que suspeita do envolvimento do casal McCann no desaparecimento da filha, em 2007, no Algarve.
Capítulo importante no livro de Gonçalo Amaral, o uso dos cães ingleses que “detectaram o cheiro a cadáver e a sangue no apartamento ocupado pelos pais de Maddie, no carro e em roupas do casal” voltou ontem a ser noticia depois de Martin Grime ter revelado a um tribunal escocês que Eddie e Keela – os cães que estiveram na Praia da Luz – encontraram, a pedido da polícia britânica, o cadáver de um homem enterrado nas dunas em Sty Wick, Orkney. Tal como acontecera durante o inquérito da PJ, “os cães ladraram quando detectaram o cheiro”, disse aquele perito.

Queixa-crime contra amiga inglesa

Ontem, o advogado de Robert Murat, o luso-inglês que chegou a ser arguido no caso “Maddie”, confirmou a existência de uma queixa-crime contra Jane Tanner, uma das amigas inglesas de Kate e Gerry McCann. A informação já tinha sido avançada durante o julgamento da providência cautelar e confirmada pelo próprio Gonçalo Amaral que é citado como testemunha no processo.
Jane Tanner fazia parte do chamado grupo do “Tapas 7” e foi ela quem apontou, em Maio de 2007, Robert Murat como tendo estado junto ao Océan Club na noite do desaparecimento de Maddie.

→ também no 24horas.

Os comentários estão fechados.

%d bloggers like this: